6 de março de 2026 | Anyelton Antonio

Ser mulher na obra: desafios, conquistas e orgulho

Engenharia, liderança e sensibilidade também constroem grandes obras

Durante muito tempo, o canteiro de obras foi visto como um ambiente predominantemente masculino. Mas essa realidade vem mudando. Cada vez mais mulheres ocupam espaços técnicos, de liderança e de decisão dentro da construção civil, trazendo novas perspectivas, sensibilidade e competência para um setor que constrói muito mais do que edifícios: constrói histórias de vida.

Na Vega Incorporações, essa transformação também está presente no dia a dia das obras. Entre capacetes, pranchetas, concretagem e acompanhamento de serviços, profissionais como Marília e Nayara mostram que lugar de mulher é onde ela quiser — inclusive na obra.

Suas histórias revelam desafios, conquistas e, principalmente, orgulho de fazer parte da realização do sonho de tantas famílias.


Quando a paixão pela obra fala mais alto

Para muitas pessoas, a engenharia pode significar projetos, cálculos e trabalho de escritório. Para Marília, no entanto, o sonho sempre foi diferente.

A oportunidade surgiu cedo: ainda no quarto período da faculdade, ela conseguiu um estágio em obra — algo que na época era disputado e difícil de conseguir.

O resultado foi imediato.

“Me apaixonei pela rotina e pelo dinamismo da obra e nunca mais saí.”

Hoje, já são 16 anos trabalhando em canteiros de obra, acompanhando projetos saírem do papel e se transformarem em empreendimentos que fazem parte da vida das pessoas.


Desafios que formam profissionais

O início da carreira, como em muitas áreas técnicas, trouxe desafios importantes. Marília lembra de uma experiência marcante logo na primeira semana de trabalho.

Seu gestor pediu que ela acompanhasse o recebimento de tubulões — um serviço que exigia descer em um local confinado.

“Confesso que foi assustador e me desafiou bastante.”

Situações como essa fazem parte da rotina da construção civil e exigem preparo técnico, responsabilidade e coragem. Mas, para quem trabalha na área, esses desafios também são oportunidades de crescimento.


Liderar uma obra inteira

No caso de Nayara, a história começou ainda no ensino médio, quando decidiu fazer o curso técnico em edificações por gostar de matemática. O interesse pela área só cresceu.

Depois do técnico, veio a engenharia. E dentro da Vega surgiu a oportunidade de conhecer a obra de perto.

Inicialmente seria apenas uma experiência temporária. Mas não demorou para que ela percebesse que aquele era o lugar onde queria estar.

“Quando comecei a estagiar na obra me identifiquei muito com todo o processo. E assim já são cinco anos trabalhando em obra.”

Um dos momentos mais marcantes da sua trajetória foi assumir a coordenação de uma obra.


Respeito se conquista no dia a dia

Mesmo com avanços importantes, a presença feminina em canteiros de obra ainda é relativamente recente. Por isso, muitas profissionais enfrentam questionamentos ou desconfianças no início.

Nayara relembra algumas situações que mostram como a mentalidade do setor ainda está em transformação.

“Já vivi situações machistas. Já questionaram como uma mulher jovem poderia estar coordenando uma obra.”

Mas, com o tempo, competência e postura profissional fazem a diferença.“Hoje é muito natural trabalhar nesse espaço. O respeito vem com o trabalho e com os resultados.”


O orgulho de ver um sonho sendo construído

Apesar dos desafios, ambas concordam em um ponto: poucas profissões proporcionam uma satisfação tão concreta quanto acompanhar uma obra.

A cada dia, algo novo surge.
Uma laje concretada.
Uma parede levantada.
Um pavimento concluído…

E, pouco a pouco, o empreendimento ganha forma.

Para Marília, um dos momentos mais especiais é acompanhar a entrega de um empreendimento.

“Ver a alegria do cliente durante uma vistoria e perceber que você ajudou a realizar aquele sonho não tem preço.”


Cada vez mais mulheres na construção civil

Nos últimos anos, o número de mulheres no setor tem crescido. Engenheiras, técnicas de segurança, estagiárias e até profissionais diretamente na produção das obras estão conquistando seu espaço.

Essa presença crescente ajuda a mudar a cultura do setor.

“Quanto mais mulheres ocupando as obras, mais comum isso se torna.” – Nayara

Mas ainda há muito a evoluir. Questões como apoio à maternidade, incentivo à profissionalização feminina e ambientes de trabalho mais inclusivos ainda precisam avançar.


Construindo mais do que edifícios

Na construção civil, cada obra representa muito mais do que concreto e estrutura.

Ela representa lares, histórias, conquistas e novas etapas de vida.

E é justamente por isso que tantas profissionais se apaixonam pela área.

“O mais bonito da construção civil é saber que você ajudou a construir o lugar mais acolhedor da vida das pessoas: suas casas.”

Histórias como as de Marília e Nayara mostram que a construção civil está em transformação — e que o talento, a dedicação e a competência não têm gênero.


Na Vega, quem constrói sonhos são pessoas

Na Vega Incorporações, cada empreendimento nasce do trabalho conjunto de equipes dedicadas, comprometidas com qualidade, segurança e respeito às pessoas.

Valorizar profissionais que constroem esses sonhos todos os dias também faz parte da nossa missão.

E, cada vez mais, essas histórias também são escritas por mulheres.

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